O que dizem os números? No geral, a TV ainda lidera com 58%, seguida de perto pelas redes sociais com 54%. Mas a verdadeira divisão é ideológica:
Esquerda: O sofá ainda é o trono. 66% preferem a TV para saber o que acontece em Brasília. As redes sociais vêm depois, com 47%. YouTube e WhatsApp/Telegram são mencionados por 16% e 8%.
Direita: O feed domina. 63% buscam as redes como principal fonte, contra 50% que citam a TV. Youtube, Whatsapp/Telegram aparecem com 28% e 15%, respectivamente.
De olho na expansão ainda maior do digital, o TSE aprovou novas normas. Proibiu o uso de AI nas 72h antes da votação e exigiu relatórios de conformidades das BIG TECHs.
Mas não é só onde se informam que muda, mas também sobre o quê se preocupam…
Embora o debate político ferva no YouTube e no WhatsApp, o que realmente tira o sono do brasileiro passa longe dos algoritmos. Apesar dos escândalos recentes envolvendo o Banco Master e os desvios no INSS, a corrupção ainda não é a vilã número 1 no imaginário popular.
No topo das dores de cabeça, está: Saúde (21%), Segurança (19%) e Economia (11%). Só na sequência, vem Corrupção (9%).
“Sim, mas”: A corrupção vira prioridade absoluta quando a economia vai mal ou quando o escândalo ganha uma escala que ninguém consegue ignorar — como os 37% da época da Lava Jato. Bom, o caso Master parece estar indo nesse caminho…